quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

COMO USAR UMA MOEDA VIRTUAL ELA É SEGURA?

Entenda como é uma transação feita com a moeda virtual BITCOIN



A moeda LATIUM de ultima geração LATIUM é diferente mais parte do mesmo principio em breve falarei sobre ela.

" Esta postagem do G1 é uma das melhores abordagens do assunto" veja na integra:



As autoridades chinesas chamaram a atenção para o assunto na quinta-feira ao 

comunicarem que proibiram os bancos chineses de realizar transações com a 

moeda virtual. No mesmo dia o Banco da França emitiu alerta sobre os riscos 

potenciais do negócio. A notícia fez o preço da moeda despencar, 

mas ela se recuperou rapidamente, quase atingindo US$ 1,2 mil, sua maior cotação 

de todos os tempos.
Bitcoins são pouco mais do que um código de computador - criadas com base num 

conjunto de algoritmos e comercializada com teclas virtuais. Mas algumas pessoas 

insistem que a moeda virtual pode se tornar uma nova forma revolucionária de 

pagamentos no mundo real. O Bank of America foi o primeiro banco de Wall Street a 

se manifestar e divulgou na quinta-feira uma pesquisa observando que o Bitcoin 

poderá se tornar "importante elemento nas áreas de comércio eletrônico e de 

transferência de recursos".
Oferta limitada. Até agora a Bitcoin vem se valorizando principalmente porque as 

pessoas estão apostando que seu valor aumentará por ter oferta limitada. O 

programa de computador que a criou estabeleceu que somente 21 milhões de 

bitcoins seriam criadas. O valor de todas as existentes equivale a mais de US$ 12 

bilhões, isso depois que um forte aumento elevou seu valor em mais de 1.000% no 

mês passado.
Mas toda a agitação diante da rápida elevação de preço ofuscou a fraude, a pirataria 

e o roubo flagrante que se tornaram parte integrante do mundo da moeda - mesmo 

para operadores mais sofisticados e dentro da lei. E ofuscou também a ausência de 

alguma reação visível por parte das autoridades.
Esta semana houve um alvoroço por causa de 96 mil bitcoins - no valor equivalente 

a US$ 100 milhões -, que teriam sido roubadas de uma bolsa online conhecida pela 

venda de drogas. 

Pela primeira vez este ano a associação dos órgãos reguladores estaduais dos 

mercados de ações colocou a moeda digital na lista das dez maiores ameaças aos 

investidores. Numa audiência no mês passado, três agências federais informaram 

estar rastreando moedas virtuais por atividade ilícita.


Mas Judith M. Shaw, chefe da agência reguladora de títulos em Maine, disse ser 

muito difícil determinar quem deve combater a fraude com a moeda virtual ou 

mesmo o que seria uma fraude num mercado que, para alguns, é uma bolha 

gigantesca e para outros o futuro do dinheiro. "A jurisdição não foi estabelecida, 

porque trata-se de um novo território inexplorado."


As autoridades nos Estados Unidos adotaram medidas enérgicas contra o uso 

criminoso das moedas virtuais em alguns casos, mas foram situações isoladas em 

que a moeda foi usadas para fins ilegais no mundo real, como lavagem de dinheiro e 

negócios com produtos ilegais. O proprietário do website Silk Road, onde drogas e 

armas podiam ser compradas com bitcoins, foi preso este ano.




_ Portanto tudo me leva a crer que as moedas virtuais 

até o momento se comportam como qualquer outra 

fraude na internet,com o potencial ainda de instalar um 

vírus no seu PC junto com a "carteira".


Kaue



Veja como funcionaria uma compra de um celular por meio da moeda.


Tecnologia do bitcoin também pode fazer papel de 'cartório virtual'.


Bitcoin arte VALE ESTE (Foto: Editoria de arte/G1)
O que está por trás de uma operação que envolve bitcoins não é exatamente um caminho muito simples. Além do infográfico acima, que apresenta o caminho de uma transação, há detalhes mais técnicos de como o bitcoin é usado. E veja também as dúvidas mais comuns sobre o funcionamento da moeda virtual.
Chave pública e privadaCarteiras e endereços
A "carteira" do Bitcoin é o arquivo que guarda o par de chaves públicas (que toda a comunidade pode verificar) e privadas usadas na autorização das transações. O endereço de Bitcoin é formado a partir de uma codificação da chave pública, para representá-la de uma forma mais compacta.
O sistema de chave pública e privada não é exclusivo do bitcoin – ele é base de muitos sistemas de confiança e criptografia digitais, inclusive parte do "cadeado" que aparece em sites seguros da web e os certificados digitais brasileiros (como o e-CPF). Funciona da seguinte forma: a chave pública pode ser usada para verificar se uma assinatura digital foi gerada pela chave privada, bem como codificar dados que somente a chave privada poderá abrir. Ou seja, a chave pública é para o uso dos outros, enquanto a chave privada é usada por você.
Uma transação de bitcoins inclui a chave pública do(s) destinatário(s). Quando essa transação for referenciada como origem do dinheiro, apenas a chave privada, que somente o destinatário possui, será capaz de gerar o código autorizador (assinatura digital) que será aceito. Caso alguém roube sua "carteira", que contém a chave privada, essa pessoa poderá gerar as assinaturas e gastar seu dinheiro. Tudo no bitcoin é um contrato que exige sua assinatura.
Bloco e corrente de blocos
Todas as transações de bitcoin são reunidas em blocos. Um bloco é "ligado" ao bloco anterior informando qual foi o "hash" (um código que é calculado e aceito pela rede de bitcoins), formando a "corrente de blocos" até o primeiro bloco do bitcoin. Ou seja, ao ler todos os blocos é possível ver todas as transações já realizadas com a moeda.
O hash é um número que representa uma informação, gerado a partir de uma fórmula preestabelecida. Mínimas alterações nos dados geram um hash completamente diferente e imprevisível. Dessa forma, alterar os blocos do bitcoin mantendo os hashes já computados é extremamente difícil, o que protege a corrente contra manipulação do seu "passado". O hash, por ser um número muito grande, costuma ser representado em hexadecimal, ou seja, com números de 0 a 9 e letras de A a F.
Mineradores
Mineradores montam os blocos do bitcoin. Primeiro, eles agrupam as transações que estão sendo propagadas na rede, mas que ainda não foram inclusas em um bloco já ligado com a corrente. Uma vez com o bloco montado, o minerador calcula o "hash" para o bloco. Mas o bitcoin não aceita qualquer hash.
Calcular o hash dos mesmos dados sempre terá o mesmo resultado. Existe, portanto, um dado dentro do bloco que o minerador pode manipular. Esse dado é apenas um número, chamado de "nonce". O minerador então começa a calcular repetidos hashes do bloco, alterando apenas o número nonce a cada tentativa.
Como o "hash" é apenas um número, o bitcoin estabelece um valor máximo para o hash. O bitcoin trabalha com números extremamente grandes, mas, para fins de exemplo, vamos supor que o hash não pode ser maior do que 8. Quando o minerador encontrar um "nonce" que faz o bloco ter um hash 6, por exemplo, ele propaga isso para a rede. O bloco está resolvido e pode integrar a corrente de blocos.
Blocos de bitcoins devem levar, em média, 10 minutos para terem seu "nonce" encontrado. Caso os mineradores estejam encontrando o "nonce" muito rapidamente, o valor máximo (8, no exemplo) é diminuído, para dificultar o trabalho. Caso os mineradores estejam muito lentos, o valor máximo é aumentando, facilitando o trabalho, pois o número de hashes válidos aumenta. Esse ajuste é proporcional e é calculado pela rede periodicamente, baseando-se na velocidade média de geração de cada bloco.
Pelo seu trabalho, os mineradores ganham uma quantidade de bitcoins. Atualmente, esse valor é de 25, mas ele será diminuído pela metade quando a rede atingir determinado número de blocos, até que moedas não sejam mais geradas. O minerador também fica com o "troco" de todas as transações do bloco, caso esse troco não tenha sido "devolvido" ao pagador na transação.
Blocos órfãos
Caso dois mineradores encontrem um "nonce" juntos ou quase juntos, a rede terá dois blocos válidos em circulação. Eventualmente, um novo bloco será gerado, mas ele referenciará apenas o hash de um dos blocos anteriores. O bloco que sobrou, chamado de "bloco órfão", é descartado. Se a transação foi incluída apenas no bloco órfão, ele terá que ser novamente incluída em um bloco futuro, o que pode fazer com que uma transação leve mais de 30 minutos até ser oficialmente parte do histórico do bitcoin.
Não há 'saldo'
Quando se fala que o bitcoin é uma "moeda criptográfica", supõe-se que ele funcione como o papel-moeda, e que as "carteiras" de bitcoins guardam seu dinheiro até você transferir para outra pessoa. Esse, porém, não é o caso. Carteiras de bitcoin não guardam dinheiro algum, e você não tem necessariamente um "saldo".
Em vez disso, todas as bitcoins ficam nas transações. As moedas que você recebe não ficam em sua carteira e não são gastas dizendo o equivalente "vou usar agora 5 BTC da minha carteira". Para usar as bitcoins, o software gerenciador precisa apontar uma transação específica de onde as moedas foram recebidas.
Por exemplo, se você recebeu três moedas de bitcoin (BTC) de uma pessoa A, e mais duas moedas de bitcoin de uma pessoa B, e quer usar quatro moedas, o software do bitcoin iniciará uma transação que identifica como "origem" essas duas transações anteriores, que somam 5 BTC. A moeda bitcoin que sobra é o troco e ele também é enviado – de volta para você mesmo. Quando você quiser usar essa moeda, o software terá de referenciar essa mesma transação, dizendo, de certa forma, "quero usar esse 1 BTC que ficou de troco para mim".
Detalhe: o envio desse "troco" não é automático. O software é que gerencia isso. Essa "transação", portanto, tinha dois destinatários: 4 BTC para uma pessoa, 1 BTC de volta para você. Caso essa segunda transação do "troco" não fosse informada, a moeda que sobra ficaria com o minerador que incluiu a transação no bloco que foi incluído na corrente de blocos do bitcoin (entenda o que são mineradores e a corrente de blocos, acima).
O bitcoin funciona assim por dois motivos. Um deles é que calcular o "saldo" de uma carteira levaria muito tempo. O banco de dados completo do bitcoin, somando todos os blocos da corrente, tem aproximadamente 13 GB hoje, mas aumentará muito mais. Para calcular o saldo de uma carteira, seria preciso processar esse banco de dados inteiro e chegar ao balanço. Especificar a origem das moedas permite que a verificação seja mais simples: basta procurar as transações em que aquela mesma moeda foi gasta. Se houver uma transação mais nova do que a especificada, e que não dá o direito de uso da moeda para quem a está usando, então ela já foi gasta e não pode ser usada.
Outro motivo é que as transações permitem a configuração de autorizações programadas. Ou seja, o bitcoin não funciona apenas dizendo que A quer autorizar ou enviar moedas para B. O bitcoin permite muito mais que isso. As autorizações de uso da moeda são uma sequência de regras. Em linguagem técnica, é um "script".
Transações futuras
É possível, por exemplo, enviar dinheiro para duas pessoas ao mesmo tempo, exigindo que as duas forneçam uma autorização para que aquela moeda seja gasta no futuro – as moedas pertencem a ambas, mas nenhuma tem o direito de usá-las sozinho. Com isso, é possível criar um fundo de doação, no qual alguns ou todos os doadores podem reter o controle do dinheiro e autorizá-lo somente quando uma compra foi acertada entre todas as partes.
Também é possível criar um "depósito garantido", no qual um valor é depositado, mas retornado, em todo ou em parte, após uma data combinada (as transações de bitcoin são todas datadas). Outras possibilidades levantadas são a de distribuição automática de heranças e criação de loterias.
Essas possibilidades ainda nem começaram a ser exploradas e são, em grande parte, hipotéticas. Mas atestam o poder do bitcoin como não apenas uma moeda de "troca", mas um poderoso protocolo de autorizações programadas, contratos e registros virtuais.
Altieres RohrColunista do G1
Bitcoin é uma criptomoeda cuja criação e transferência é baseada em protocolos código fonte aberto de criptografia que éindependente de qualquer autoridade central.3 Um bitcoin pode ser transferido por um computador ou smartphone sem recurso a uma instituição financeira intermediária . O conceito foi introduzido em 2008 num paper publicado por um programador com opseudônimo de Satoshi Nakamoto que o chamou de sistema eletrônico de pagamento peer to peer.
O nome também se refere ao programa código aberto que ele projetou para o uso da moeda e a respectiva rede peer-to-peerque é formada. Diferente da maioria das moedas virtuais, bitcoin não depende da confiança em nenhum emissor centralizado, como um servidor de um grande banco por exemplo. A bitcoin usa um banco de dados distribuídos espalhados pelos nós da rede peer-to-peer para registrar as transações, e usa criptografia para prover funções básicas de segurança, como certificar que bitcoins só podem ser gastas pelo dono, e evitar gastos duplos.Eu não aconselho comprar um volume grande desta moeda devido a sua volatilidade o risco é alto, porque embora esta moeda só pode acabar se a internet um dia acabar outras moedas virtuais estão surgindo e isso pode desvalorizar esta moeda que no momento é a mais valorizada do mundo.
Kaue

domingo, 29 de setembro de 2013

O QUE É MULTI NÍVEL X VENDA DIRETA SEGUNDO A ABEVD E WFDSA MP CONFUNDE UMA COISA COM A OUTRA.


 Ética

Video crime de PIRAMIDE será julgado nos estados:

https://www.youtube.com/watch?v=t-q6QI2ODFI




                                 Vídeo Mensagem da Presidente da ABEVD – Lucilene Prado


O que é Venda Direta?

Coloque a seta do seu mouse perto do ratinho clik
e de uma migalhinha pra ele comer,isso é venda direta.

Venda Direta envolve a comercialização de produtos e serviços diretamente aos consumidores em uma pessoa para pessoa maneira, longe de locais de varejo permanentes. Dependendo da empresa, os vendedores podem ser chamados de distribuidores, representantes, consultores ou outros títulos. Os produtos são vendidos principalmente através de demonstrações de produtos em casa, festas e one-on-one de venda.

O que é Multi-Level Marketing?

                                         
Marketing multinível, também conhecido como "marketing de rede", o marketing de relacionamento "e" venda direta multinível ", é um componente importante da indústria de venda direta. Mais de 80% de todas as empresas de vendas diretas em todo o mundo empregam alguma forma de compensação multinível em seus planos de vendas. Ele provou ao longo de muitos anos para ser um método altamente bem sucedido e eficaz de compensação utilizada por empresas de venda direta para incentivar os produtos e serviços que distribuem diretamente aos consumidores. Esta distribuição direta de produtos oferece comissões de vendas e lucros da rede de varejo para os vendedores ou distribuidores independentes.
(é mais elaborado e os ganhos são melhores um negócio próprio)
Marketing multinível é simplesmente um de uma variedade de métodos de organização e compensar os vendedores em uma empresa de venda direta para a sua gestão, treinamento, motivação e recrutamento de uma rede de vendas pessoas que vão vender produtos de suas empresas para os consumidores. Portanto, ele pode ser melhor descrito como um plano de remuneração de vendas diretas no qual os vendedores podem receber uma compensação de duas maneiras fundamentais. Primeiros vendedores podem ganhar compensação de suas vendas pessoais de bens e serviços para os consumidores, incluindo lucro mark-up de varejo. Em segundo lugar, eles podem ganhar compensação das vendas dessas pessoas que, pessoalmente, recrutados ou patrocinou no plano, e eles também podem ganhar compensação das vendas do grupo ou rede recrutado ou patrocinado no plano por aqueles que têm recrutado pessoalmente. Assim, o marketing multinível oferece um vendedor direto a oportunidade de construir seu próprio negócio independente venda de bens e serviços aos consumidores e desenvolvendo e treinando uma organização ou uma rede de vendedores diretos para fazer o mesmo.

Código de Ética da WFDSA – World Federation of Direct Selling Associations (Code of 

Ethics)





OBS: É uma pena que a maioria das empresa ou seus integrantes de MMN se envolvem em piramide financeira.


segunda-feira, 1 de julho de 2013

O QUE É PIRAMIDE FINANCEIRA E PONZI ?


Crime será julgado nos estados:

https://www.youtube.com/watch?v=t-q6QI2ODFI


PIRAMIDE FINANCEIRA E PONZI O QUE É ?

Na verdade, não significa de modo algum, que todas as empresas que afirmam ser uma empresa legal de marketing de rede realmente sejam. Existem alguns lobos tentando se passar por carneirinho, mas a indústria de marketing multinível, ou o modelo de negócios em si além de legal, é muito ético. Fique atento e não se deixe enganar leia o artigo todo.


MMN

Pirâmide
1-Uma forma completamente legal de empresa.
1-Um esquema ilegal de lucro e roubo.
2-Baseado no princípio de apoio e treinamento para que os participantes tenham sucesso.
2-Baseado no princípio de ‘quem chegar primeiro, leva’.  Por isso há uma corrida desesperada para atrair incautos a entrarem no esquema, como amigos, parentes e conhecidos, que depois ficam com o prejuízo.
3-Envolve a transferência honesta de
 produtos e serviços idôneos para  o consumidor.
3-Envolve basicamente a transferência de dinheiro das pessoas na base da pirâmide para o topo da pirâmide. Quando existem produtos ou serviços sendo comercializados, são apenas ‘fachada’ para essa transferência.
4-Consumidores podem adquirir os produtos/serviços sem necessariamente fazer parte do esquema. Da mesma forma, os associados ao programa não são forçados a fazer compras regulares, com volumes mínimos mensais, etc.
4-Todos têm que se associar à pirâmide para participar. O produto fica restrito aos associados e é comum quase ninguém usá-los de verdade, as pessoas terem caixas e caixas de produtos encalhados/estocados em casa, serviços nunca utilizados, etc.
5-É uma forma reconhecida de fazer negócios, obedecendo a regras bem rígidas de controle, bem como pagamento de taxas, impostos,  e outras contribuições sociais.
5-Um esquema de ‘fique rico sem fazer força’, que rarissimamente paga impostos e onde a sonegação é comum.
6-Os que entram mais tarde no MMN pode ganhar o mesmo ou até mais do que os veteranos, dependendo apenas do seu talento, esforço pessoal e dedicação. Além disso, os ‘novatos’ beneficiam-se da experiência e do conhecimento dos veteranos.
6-Aquele que entra atrasado corre muito mais risco do que os que entraram primeiro e, geralmente, acaba perdendo dinheiro. Isto acontece por que, depois de um certo tempo, o mercado fica saturado  ou o esquema é descoberto e desmontado pela polícia.

A matemática nem sempre é entediante. Às vezes, inclusive, pode ser extremamente lucrativa. Basta perguntar a Charles Ponzi, um imigrante italiano e mais tarde investidor de sucesso em Boston, que decidiu explorar economicamente um simples princípio da progressão geométrica lá por 1920. A tática Ponzi, como ficou conhecida a estratégia, consistia em lançar um plano de investimentos que prometia 50% de rendimentos em 45 dias a todos aqueles que investissem em seus estranhos cupons postais, cooptando uma pequena multidão de investidores em pouco tempo.

Ponzi cumpriu aquela exagerada garantia pagando os primeiros investidores com o dinheiro obtido. Assim acabou reunindo mais de 9 milhões de dólares. Mas 6 meses depois, milhares de pessoas começaram a perder suas economias e Ponzi foi preso.



Ponzi foi o precursor das chamadas fraudes piramidais ou estratégias de investimento piramidal. O problema inerente a qualquer estratégia baseada no sistema Ponzi consiste em que finalmente a fonte de rendimentos se esgota: ou o mercado fica saturado dos produtos que a empresa comercializa, ou a base da pirâmide é tão ampla que já não há suficientes pessoas para comprá-los. Em qualquer caso, os vendedores situados nos níveis inferiores da corrente estão condenados a perder.

Simplificando, um sistema Ponzi funciona assim. Cada membro da pirâmide é obrigado a recrutar 10 membros a mais -que pagarão 10 dólares por cabeça-: deste modo, no terceiro nível da pirâmide nos encontraremos com um total de 10.000 membros. Três níveis depois, os vendedores terão que recrutar um milhão de pessoas para atingir as quotas. E mais três níveis adiante, a 1 bilhão.

Por essa razão, trata-se de convencer os novos membros que acessaram a base pirâmide de que é uma oportunidade única de gerar rendimentos. A fugacidade dos ganhos potenciais converte-se na motivação para entrar no sistema.

Em um ciclo compulsivo, as vítimas movem-se de uma companhia a outra, assumindo as perdas com a esperança de chegar antes que a última vez. São tantas as pessoas que participam neste tipo de estratégias, que o mundo clandestino das pirâmides Ponzi se converteu em uma autêntica subcultura. De fato, podemos encontrá-la nas páginas de anúncios classificados dos jornais e nos boletins de notícias da Internet. Seu propósito sempre é o mesmo: atrair mais seguidores.





Fraude Bilionária através de pirâmide fiananceira
16/12/2008 - Muita gente deve ter ouvido falar da acusação contra Bernard Madoff, divulgada quinta-passada (11), por conta do esquema multibilionário e fradulento que ele criou através da administradora de fundos Bernard L. Madoff Investment Securities LLC. A denúncia, reconhecida pelo próprio Madoff, é relativa a uma pirâmide financeira comandada pela empresa de Madoff. Antes de entrar em detalhes sobre o esquema e quem é Bernard Madoff, vou explicar o que é e como funciona uma pirâmide financeira.

Uma pirâmide financeira, que também pode ser confundida com marketing de rede (apesar de existirem produtos sérios nesse ramo), é um esquema onde você investe um determinado valor para entrar na pirâmide, beneficiando quem já está nela, e receberá uma parte dos futuros integrantes dessa pirâmide, que forem convidados por você. A figura acima ilustra um exemplo bem simples – e comum – desse esquema. Certamente a maioria de vocês já devem ter conhecimento de algo desse tipo, nem que seja por correntes de e-mail pedindo para depositar “x” reais na conta de alguém, colocar seu nome na lista e repassar para 6 pessoas, por exemplo.

Em estruturas mais elaboradas, você adquire um produto (que podem ser produtos para emagrecer, cartões de crédito, alimentos) de algum membro dessa estrutura (que fica com uma parte do valor) e está apto a participar do negócio. Caso você convença outras pessoas a entrar nesse negócio, você ganhará um percentual sobre as aquisições delas. Como falei anteriormente, até existem empresas sérias nesse setor, mas a maioria – o que mancha a imagem e deixa muitas pessoas com pé atrás – é fraudulenta e insustentável.

E foi justamente isso que o fundo de investimento do Madoff fazia: prometia retornos sobre o investimento bem lucrativo para os padrões americanos (algo em torno de 10% ao ano), mas, na verdade, ele repassava um retorno financeiro aos clientes mais antigos através da entrada de recursos dos clientes mais recentes. Obviamente isso tudo acontecia sem o conhecimento dos integrantes do fundo. Vale ressaltar que, além de várias pessoas físicas, faziam parte do fundo bancos como o japonês Nomura, o francês BNP Paribas, o HSBC, o Royal Bank of Scotland e os espanhóis Santander e BBVA. Mas por qual motivo esse fundo fez tanto sucesso e atraiu bancos de renome internacional?

Este ano uma Só no Brasil mais de 50 mil pessoas se cadastraram num sistema chamado World Prelaunch que prometeu super ganhos com investimento baixo com data marcada para o lançamento e adesão a uma empresa de Multi nível que se revelou ser a TALK FUSIN em 18 de março,associados a empresa Talk Fusion EUA assumiram o projeto catastrófico,que alem de fazer muitas pessoas do mundo todo peder seu tempo,muitos perderam seu dinheiro de adesão na empresa Talk Fusion que disse não saber sobre o projeto porem assumiu a postura oportunista e tentar tirar proveito dificultando a devolução do dinheiro da adesão aos fraudados da World prelaunch,os associados responsáveis pelo enorme SPAM mundial continuam sendo lideres na empresa de "Multi Nível" Talk Fusion.

É aí onde entra o histórico do investidor Bernard Madoff. Ele foi nada menos do que o presidente da Nasdaq, bolsa americana de tecnologia. Madoff, de 70 anos, era tão respeitado em Wall Street que a SEC (Securities and Exchange Commission, a autoridade de regulação dos mercados americano) o havia nomeado em 2000 membro do conselho de consultores e solicitava freqüentemente seus conselhos, segundo o “Wall Street Journal”.


O mais interessante disso tudo é que ele afirmou que o negócio era insolvente e que vinha sendo assim por anos. Também declarou estimar que as perdas com essa fraude seriam de pelo menos aproximadamente US$ 50 bilhões. Apesar disso, por conta da acusação de fraude, ele pode pegar uma pena de até 5 anos na prisão e uma multa de até US$ 5 milhões. Muito pouco para o tamanho do problema causado, não?

O SIPC (Securities Investor Protection Corporation), o organismo encarregado de proteger os interesses dos investidores, destacou que o volume da fraude e a situação das contas da empresa de Madoff tornam o caso particularmente difícil. A entidade advertiu nesta segunda-feira os investidores para que não tenham ilusões quanto a recuperar seu dinheiro.
Resumo da história: o cara roubou uma grana considerável dos investidores e deve pegar uma pena, segundo a denúncia, quase insignificante se comparada ao tamanho da fraude. A maioria dos investidores (severamente prejudicados e inocentes, na minha opinião, já que não havia como prever que um fundo administrado por uma pessoa com esse histórico fosse fraudulento) provavelmente não verá a cor do dinheiro investido e já contabilizam suas perdas. Boa parte delas já foram expostas na reportagem publicada hoje (16) na Folha Online.





Golpe da Pirâmida Financeira - Entenda o que é.
Atraído por falsas promessas de altas rentabilidades, o investidor desinformado aplica seu dinheiro. Em vez de investir o dinheiro que recebe, o golpista ou o administrador do fundo usa parte do dinheiro de cada novo investidor para pagar os altos juros prometidos aos investidores mais antigos, ficando ele com o restante. O sistema começa a ruir quando a necessidade de aumento de novos investidores se torna insustentável, pois cada vez mais é preciso dobrar a base de clientes.

GOLPE DE PONZI – O PIONEIRO
Charles Ponzi, um italiano que emigrou nos EUA em 1903, lançou em novembro de 1919 um esquema de venda de notas promissórias garantindo taxa de juros de 40% no prazo de 90 dias. Em vez de investir o dinheiro que recebia o Sr. Ponzi usava parte do dinheiro de cada novo investidor para pagar os juros prometidos aos investidores mais antigos, ficando ele com o restante. Os investidores de Ponzi não sabiam como a coisa funcionava, sabiam, porém que algumas pessoas estavam ficando ricas com isso. Obviamente todos queriam ganhar o mesmo e, portanto pediam para entrar no sistema. Quanto, cerca de 7 meses mais tarde, o número de novos investidores cresceu demais (chegando a cerca de 20.000), as autoridades iniciaram a investigar e ficou praticamente impossível continuar. O sistema começou a ruir, também por falta de novas adesões em número suficiente para manter o esquema funcionando. Logo depois aconteceu o colapso com a intervenção das autoridades e a criação do termo "Esquema de Ponzi". Ponzi foi condenado a 5 anos de cadeia. Anos mais tarde tentou um novo esquema parecido na Flórida e foi condenado de novo. Terminou seus dias em 1949, num hospital para indigentes no Rio de Janeiro, para onde tinha se mudado.




OUTROS GOLPES - TODO CUIDADO É POUCO
Não invista quando não possuir entendimento suficiente sobre o ramo a ser aplicado. Há muitas estórias de pessoas que perderam altas quantias em negócios que prometiam altas rentabilidades.
Evite os investimentos apressados, desconfie quando alguém indicar um investimento no qual ele apresenta como oúnico, ou seja, o melhor disponível no mercado, e que está prestes a se esgotar. Se uma oportunidade é apresentada como muito mais rentável do que as existentes no mercado, provavelmente há riscos ocultos, que você ainda não tem conhecimento. A relação risco versus retorno sempre será proporcional.

Com o advento da internet novos tipos de esquemas apareceram e os antigos se modernizaram. Há também empresas, como as do ramo de produtos de emagrecimento e produtos de limpeza, que oferecem lucro maior com o recrutamento de novos vendedores e seu abastecimento do que a própria venda do produto.

Tome cuidado com planos que pedem para você pagar taxas de entrada ou custos de material de trabalho, amostras "obrigatórias" ou coisas parecidas. Como também em caso de propostas envolvendo lucros elevados. Nunca assine documentos ou pague qualquer coisa em condição de pressão ou para não magoar "amigos" que estão lhe apresentado uma "oportunidade". Verifique cada proposta buscando informações junto às autoridades competentes.

Geralmente promessas de altas rentabilidades vêm acompanhadas de altos riscos, como foi o caso da Fazenda Reunidas Boi Gordo (FRBG), Avestruz Master e a Top Avestruz. Até hoje seus investidores lutam para reaverem seus investimentos. Tentam se proteger através de Associações, as quais são: União Nacional de Associações e Associados em Prol do Projeto Global Brasil e de Credores da Fazendas Reunidas Boi Gordo S.A.

Cuidado! Pirâmide financeira não é marketing de rede

03/01/2011 - Por Jose Ivan Maia - Frequentemente isso vem refletindo ao sistema de marketing de rede problemas quanto a sua imagem devido à percepção que o público passa a ter a respeito desta forma de marketing como formato inescrupuloso e sem ética.

Como o marketing de rede é uma forma de venda direta, também conhecido como marketing multinível ou venda direta multinível, vem-se comprovando que este é um método altamente eficiente e de sucesso para compensar os revendedores diretos pela colocação e distribuição de produtos e serviços diretamente aos consumidores é legal e étic.







Em um conceito básico, o sistema de pirâmide é um esquema de recrutamento de pessoas, gerando renda somente do recrutamento de novos membros e da cobrança de mensalidades e adesão, sem que nenhum produto ou serviço REAL e útil seja movimentado. Portanto, a recompensa ocorre apenas com a adição de novos participantes e com os investimentos destes, e não com a revenda ou a distribuição de produtos ou serviços com função comercial legítima. Algumas pirâmides financeiras até são legalizadas, o que não diminui o risco que elas oferecem.

Sem sustento comercial, o número de recrutas disponíveis é finito e, aritmeticamente, recrutas posteriores possuem menor chance de enriquecer do que os promotores do esquema. Consequentemente, este esquema tende a fazer com que os últimos a ingressarem, praticamente não possuem nenhuma chance de recuperar as suas taxas de inscrição ou de se beneficiarem com o esquema.

Na falta de um produto real, tais esquemas tentam coagir as pessoas, garantindo serem empresas legítimas que operam um plano de marketing de rede. Porém, os produtos de venda utilizados por este sistema não possuem nenhum valor de mercado por serem falsos certificados, planos de previdência privada, programas de treinamento, assinatura de revistas, descontos ilusórios, tratamentos ineficientes, seguros de vida com preços fora de mercado e outros. As pessoas recrutadas adquirem estes produtos sem perspectivas de revenda ou possibilidade de devolução do valor pago por eles.

O Marketing de Rede é um sistema de distribuição ou uma forma de Marketing que movimenta bens e serviços, do fabricante para o consumidor, por meio de uma rede de contratantes independentes. É uma maneira de organizar e remunerar revendedores envolvidos em vendas diretas. Possui um plano de remuneração de vendas diretas aberto e detalhado, no qual revendedores podem receber ganhos de várias maneiras.




Na verdade, não significa de modo algum, que todas as empresas que afirmam ser uma empresa legal de marketing de rede realmente sejam. Existem alguns lobos tentando se passar por carneirinho, mas a indústria de marketing multinível, ou o modelo de negócios em si além de legal, é muito ético. Fique atento e não se deixe enganar.


OBS: É uma pena que a maioria das empresa ou seus integrantes de MMN se envolvem em piramide financeira.





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domingo, 23 de junho de 2013

Como proteger seu carro contra roubos e furtos ?

Como proteger seu carro

Alarmes, bloqueadores e rastreadores são os principais recursos para proteger seu carro dos ladrões: entenda quais as diferenças entre eles e escolha a melhor opção para você
O índice de roubos de carros nas grandes metrópoles é bastante alto. Mesmo com seguro, as conseqüências de um roubo não são nada agradáveis. O carro é encontrado em estado ruim, ou “depenado”, e o seguro não reembolsa o prejuízo. Apesar da indenização em dinheiro, você acaba perdendo os equipamentos que tinha. Sem falar que trocar de carro inesperadamente não é nada bom. Para evitar problemas, existem vários tipos de equipamentos contra roubos e furtos. Rastreadores, bloqueadores e alarmes são as principais ofertas para a segurança de seu veículo.
Segue abaixo metodos de protoger seu carro 

Alarme

O alarme é o recurso mais comum para proteção. O mercado oferece muitas opções, que variam de funções mais básicas às mais modernas, como seleção de sons de sirene, monitoramento de portamalas e capô, comando para ligar e desligar o som e controle por presença, que faz com que o motor fique bloqueado até que o dono o desbloqueie pelo controle remoto. Mesmo com todos esses aparatos, o alarme em si funciona a partir de um sensor que dispara a sirene se a ignição ou as portas forem violadas. Para detectar movimentos no interior do veículo, outro dispositivo emite ondas de ultra-som, que são capazes de identificar se alguém invadiu o carro.

Bloqueador


Assim como o nome já diz, o bloqueador é encarregado de interromper o funcionamento do veículo em casos de roubo. Para isso, o cliente deve ligar para a central de monitoramento da empresa que fornece o bloqueador, se identificar (muitas vezes é necessário dizer uma senha) e pedir o bloqueio do veículo. Pouco depois, a alimentação de combustível ao motor é cortada e uma sirene é acionada, reproduzindo uma gravação que informa o roubo e dá um numero 0800 para que as pessoas por perto liguem e digam a localização do carro. Logo após o bloqueio, a central informa a polícia, que faz uma varredura nos arredores do local.

Empresas de bloqueadores e rastreadores oferecem centrais 24 horas. No caso dos rastreadores, quando o veículo é localizado, um serviço de busca vai tentar recuperá-lo

Há também a tecnologia GSM, de celular, que dispensa a taxa mensal de serviço. Com um chip de celular dentro do bloqueador, o motorista tem a possibilidade de bloquear o motor apenas com uma ligação para aquele número. O ponto negativo desse sistema é que o cliente corre o risco de o dispositivo quebrar e o veículo ser bloqueado, ou de acabarem os créditos do aparelho e o bloqueio não funcionar em um momento de necessidade. Algumas empresas disponibilizam um botão secreto dentro do veículo, para que o cliente desative o sistema caso o bloqueio seja involuntário. Esse tipo de equipamento custa em média R$ 800 e não possui taxas mensais, mas é necessário manter sempre o celular ativo, com créditos válidos, para que possa receber a ligação.

Rastreadores

Os rastreadores que utilizam tecnologia GPS, via satélite, têm maior abrangência
                                         
Uma soma de alarme e bloqueador, com o diferencial de ter por trás um serviço de resgate do veículo e uma central de monitoramento por antena ou por tecnologia GPS (via satélite). Isso define bem o que o consumidor pode esperar quando instala um rastreador em seu veículo. “O mais importante não é o equipamento, e sim o serviço oferecido. É isso que a pessoa deve priorizar na hora de escolher qual rastreador vai usar”, diz Pedro Coli, gerente de marketing e vendas da Ituran, uma das maiores empresas de rastreamento do Brasil. Para bloquear o veículo, o usuário tem que ligar para a central e informar o que está acontecendo. Se ele estiver dentro do carro com os bandidos, um botão secreto avisa a central. Para ter certeza de que o botão não foi apertado por acidente, a empresa liga para o celular do cliente e diz um código do serviço, pré-combinado com o usuário.


Atualmente, as empresas de rastreadores oferecem dois tipos de monitoramento: o de radiofrequência, que usa antenas, e o que usa tecnologia GPS, via satélite

Quando não é possível estabelecer uma comunicação com o próprio motorista, a empresa liga para sua família. Se confirmado o ocorrido, o carro é bloqueado e localizado através de coordenadas como latitude e longitude, que são inseridas no mapa e revelam o endereço. A partir daí, um agente da empresa vai à paisana localizar o carro e ver o que está acontecendo, para só depois comunicar à polícia, fornecendo todas as informações que conseguiu.

Hoje existem duas tecnologias predominantes de rastreamento: a por radiofreqüência e a por sinal de GPS. A primeira é menos abrangente, porém bem mais eficaz, chegando a localizar o carro até quando escondido em subsolos. Já a segunda tem a vantagem de ter cobertura nacional.




Seguro mais baixo

Os equipamentos de segurança dão resultado, isso já está provado. Por isso, as seguradoras começaram a levar em consideração a presença desses aparatos na hora de calcular os custos das apólices.

Antifurto de FÁBRICA

A partir do ano que vem, entra em vigor a lei 245, que obriga a venda de veículos novos saídos de fábrica com bloqueadores. Todos os carros zero km terão que vir equipados com o aparelho, porém a ativação do equipamento ficará por conta do motorista. Apesar de, em um primeiro momento, parecer um enorme ganho para os consumidores, a lei está provocando polêmica. Há muitos pontos positivos, mas também negativos.

Um deles é a possibilidade de os ladrões começarem a saber os locais onde são instalados os rastreadores. “Por ser instalado na linha de montagem, é inevitável que haja uma padronização”, afirma Marcelo Sebastião, gerente de produto para autos da Porto Seguro. Segundo ele, mesmo assim, os carros que tiverem sistema antifurto terão o seguro mais baixo.

Já Pedro Coli, da Ituran, acredita que o ideal para essa lei funcionar é a obrigatoriedade de uma homologação para todas as empresas ligadas à segurança veicular, para selecionar as realmente capacitadas. “Tudo ainda está muito superficial. Na minha opinião, é preciso que outras medidas sejam tomadas. Só assim a lei terá respaldo suficiente para atender aos consumidores”, afirma Coli. Querendo ou não, o consumidor estará comprando um produto mais completo, mas isso pode acabar pesando no seu bolso.

Algumas até oferecem o rastreador em comodato para os clientes que têm perfil com maiores riscos de furto.
 Segundo Marcelo Sebastião, da Porto Seguro, a empresa possui o serviço e produz o equipamento, que é oferecido gratuitamente para os motoristas e veículos que estão mais expostos a roubos e furtos. Ele diz que, em alguns casos, a redução no valor da apólice chega a até 30%. “Quando é calculado o valor do seguro, os quesitos levados em consideração são: perfil do cliente, modelo do carro e índice de roubos na região de uso. Se a possibilidade de sinistro baixar, o preço cai bastante também”, explica Sebastião.

Se o cliente já possui esses equipamentos, o seguro também pode diminuir. Consulte seu corretor e negocie um desconto – pode acabar compensando o investimento.
Peços no mercado:
Alarme Olimpus

Possui funções exclusivas, como sensor de velocidade integrado, ultra-som com ajuste digital de sensibilidade e alerta luminoso de paradas bruscas. Seu preço sugerido é R$ 260

Rastreador Car System

Pode ser instalado em qualquer carro, e mantêm a originalidade do veículo. O preço do equipamento é R$ 849, e a mensalidade, R$ 29

Alarme Quantum

Possui funções de rearme automático, comando de travas e vidros e controle do sistema de som. Seu preço sugerido é R$ 150

Bloqueador Locatorone

Com uma ligação para o chip de celular GSM, que fica dentro do bloqueador, o usuário bloqueia o veículo sem precisar da interferência da central. O equipamento custa R$ 440

Rastreador JCA

Possui tecnologia GPS, por isso tem abrangência nacional. O equipamento custa R$ 1.199, e a mensalidade R$ 99

Bloqueador JCA

O bloqueio é feito um minuto depois da ligação do usuário. O equipamento custa R$ 540, e a mensalidade R$ 35

Rastreador Ituran

Com opção de tecnologia GPS ou de radiofreqüência, possui monitoramento 24 horas. O que usa GPS custa R$ 950, com mensalidade de R$ 65. O de radiofreqüência custa R$ 820, mais R$ 35 mensais